Política. É antiga, nobre e até majestosa. Adoro e não me canso de ver. Mas porque alguém havia de querer praticá-la não faço ideia! Será porque só por ser eleito já pode ser perigoso?! Mas há sempre alguém disposto a arriscar e queira percorrer todos os escalões do campeonato nacional politiqueiro. Aníbal Cavaco Silva – os que não o conhecem sirvam-se do Google – lançou para o mercado literário nacional o seu segundo livro de memórias: “Quinta-feira e outros dias”. Os governantes assustaram-se…
O mediatismo em torno deste novo lançamento atingiu valores histéricos! Quase arrisco dizer que esteve ao nível de um grande blockbuster cinematográfico de Hollywood! Aliás, os candidatos ao próximo Prémio Nobel, da Academia Sueca, já retiraram as candidaturas pois sabem que não têm a mínima hipótese contra este canhenho. A opinião pública desdobrou-se em comentários e opiniões. A leitura feroz e urgente do livro fez disparar o número de horas extras das folhas de vencimento em muitos jornais conceituados! (O que, em termos mediáticos, dá um jeito do caraças!). Revelados os nomes dos vários intervenientes – nas memórias escritas durante anos num caderninho de argolas – foi tempo de procurar declarações dos mesmos. E, se possível, com uma pequena pitada de polémica e indignação. Afinal – para os que sobreviveram aos anos de governação Cavaquista e para os que, entretanto, foram pesquisar ao Google – é estranho saber que o homem falava nas reuniões. Pois perante a opinião pública, ele conquistou a fama de Presidente ausente e movimentava-se tanto como um manequim numa montra. Agora, afastado da vida política, ganhou uma nova vida! E dizem que o trabalho dá saúde…
É certo que baseio a minha crónica nos relatos da comunicação social. Tivesse eu vencimento e teria obrigação de ler o livro. Assim, estou desculpado. Mas deu para perceber que estão compiladas – na primeira pessoa – as grandes trapalhadas da governação de Terras Tugas. Paulo Portas e o seu pedido de demissão irrevogável… que nunca o foi. Pedro Passos Coelho e a firme determinação em manter o seu cargo… quando sucessivamente desabafava a palavra demissão. E, por fim, o grande artista e mentor da célebre geringonça: António Costa. Aliás, quanto a mim, o facto de Aníbal Cavaco Silva ter ficado na história como o autorizador da governação da coligação baseada à esquerda foi a maior ironia que pude assistir. A decisão fez doer todos os ossos do seu corpo e tirou-lhe uma década de vida! O livro está disponível nos grandes grupos livreiros. O autor entende que é altura de completar a prestação de contas aos Tugas. Por coincidência (ou não) foi lançado na semana da celebração do Halloween (dia das bruxas). Terá este manuscrito a aura maquiavélica do lado negro?! Deixo a resposta aos que ousarem ler…
O mediatismo em torno deste novo lançamento atingiu valores histéricos! Quase arrisco dizer que esteve ao nível de um grande blockbuster cinematográfico de Hollywood! Aliás, os candidatos ao próximo Prémio Nobel, da Academia Sueca, já retiraram as candidaturas pois sabem que não têm a mínima hipótese contra este canhenho. A opinião pública desdobrou-se em comentários e opiniões. A leitura feroz e urgente do livro fez disparar o número de horas extras das folhas de vencimento em muitos jornais conceituados! (O que, em termos mediáticos, dá um jeito do caraças!). Revelados os nomes dos vários intervenientes – nas memórias escritas durante anos num caderninho de argolas – foi tempo de procurar declarações dos mesmos. E, se possível, com uma pequena pitada de polémica e indignação. Afinal – para os que sobreviveram aos anos de governação Cavaquista e para os que, entretanto, foram pesquisar ao Google – é estranho saber que o homem falava nas reuniões. Pois perante a opinião pública, ele conquistou a fama de Presidente ausente e movimentava-se tanto como um manequim numa montra. Agora, afastado da vida política, ganhou uma nova vida! E dizem que o trabalho dá saúde…
É certo que baseio a minha crónica nos relatos da comunicação social. Tivesse eu vencimento e teria obrigação de ler o livro. Assim, estou desculpado. Mas deu para perceber que estão compiladas – na primeira pessoa – as grandes trapalhadas da governação de Terras Tugas. Paulo Portas e o seu pedido de demissão irrevogável… que nunca o foi. Pedro Passos Coelho e a firme determinação em manter o seu cargo… quando sucessivamente desabafava a palavra demissão. E, por fim, o grande artista e mentor da célebre geringonça: António Costa. Aliás, quanto a mim, o facto de Aníbal Cavaco Silva ter ficado na história como o autorizador da governação da coligação baseada à esquerda foi a maior ironia que pude assistir. A decisão fez doer todos os ossos do seu corpo e tirou-lhe uma década de vida! O livro está disponível nos grandes grupos livreiros. O autor entende que é altura de completar a prestação de contas aos Tugas. Por coincidência (ou não) foi lançado na semana da celebração do Halloween (dia das bruxas). Terá este manuscrito a aura maquiavélica do lado negro?! Deixo a resposta aos que ousarem ler…

